quinta-feira, 12 de julho de 2012

TEXTO COLETIVO SOBRE FELICIDADE

O texto abaixo foi elaborado após nos encontrarmos para discutirmos sobre o que já havíamos escrito sobre Felicidade.

-Por que as pessoas acomodam-se, muitas vezes infelizes e não correm atrás da felicidade?
-O conceito de felicidade é igual para todas as pessoas?
-O que as pessoas entendem por felicidade?
-De que forma podemos alcançar a satisfação?
-Por que tantas pessoas sofrem com doenças?
-Como alcançamos nossos objetivos?
-É importante sonhar? Buscar estes sonhos? Por que?
-Ser solidário, ajudar os outros nos traz o sentimento de prazer?
-As pessoas hoje respeitam o próximo?
- Porque procuramos a felicidade fora de nós mesmos (as)?
- Será que as pessoas conseguem reconhecer o que é felicidade e quando de fato estão felizes?
- A felicidade tem um tempo de duração?
- A felicidade é um direito do ser humano? E quem nos tira este direito?

Nossas certezas a respeito da FELICIDADE estão relacionadas a experiência de vida, porque discorrer sobre este tema  é uma tarefa de alta complexidade.
Sabemos do desejo nato, de todo ser humano:- “o de ser feliz para sempre!”
As questões de formação dos sujeitos, no âmbito bio-psico-social, aliados a bagagem de vida dos mesmos, exercerá influência na forma de ser, estar e agir de cada um.
A felicidade depende de nos realizarmos... de fazermos aquilo de gostamos, vivenciarmos experiências prazerosas...a felicidade depende de principalmente sermos nós mesmos...não fingirmos, não nos escondermos,não utilizarmos máscaras...e de como lidamos com a vida, com as próprias frustrações, limitações e ainda se deixar influenciar ou não pelas ideologias impostas pela sociedade capitalista, podemos de alguma forma nos destituir da possibilidade de sermos ou não felizes.
Sendo assim, a sociedade nos induz ao binômio Consumo x Felicidade de uma forma ilusória, desencadeando a sensação de prazer, satisfação e realização pela aquisição de um bem material que fazia parte de um objetivo ou desejo pessoal.
A vida é um palco vivo de sinopses e somos seus atores natos e únicos; porém de livre arbítrio. E para mim, este é o ponto crucial, onde entra a Espiritualidade (Crescimento, Aprendizado e Evolução).
O tempo aliado aos eventos da vida é o grande mentor deste processo, porque nos oportuniza a possibilidade da auto-aceitação, do reconhecimento do quanto adquirimos e de que esta aquisição é suficiente para tocarmos a vida.
Ao desenvolvermos esta consciência, automaticamente passamos a valorizar ainda mais a convivência familiar, as pessoas que estão no nosso entorno, agradecer por mais um amanhecer, contemplar as coisas mais simples da natureza, ter liberdade de escolha, curtir o ócio, potencializar as amizades, ouvir mais, conhecer melhor as pessoas antes de julgá-las, ter fé e cuidar da alma, enxergar a própria superação a cada dia: amar, rir, dançar, brincar, plantar, exercitar, sonhar e realizar estes sonhos, tendo a satisfação, prazer e poder ser exemplo para pessoas “perfeitas” que desistiram de viver, ser útil, passear...
Ser feliz é conseguir sintonia e equilíbrio entre o corpo, a mente e o espírito.

domingo, 8 de julho de 2012

Felicidade


No nosso encontro de formação do dia vinte e nove de junho, formamos pequenos grupos para darmos sequência ao estudo de projetos. Agrupei-me com as colegas Viviane e Maria Inês por termos a possibilidade de ampliarmos os nossos conhecimentos sobre a “FELICIDADE” 

Além dos questionamentos mencionados anteriormente, o vídeo e a imagem que postei, sugerem também a temática “FELICIDADE”. E sobre esta temática  possuo algumas dúvidas, tais como:
- Porque procuramos a felicidade fora de nós mesmos (as)?
- Será que as pessoas conseguem reconhecer o que é felicidade e quando de fato estão felizes?
- A sensação da Felicidade muda de pessoa para pessoa?
- A felicidade tem um tempo de duração?
- A felicidade é um direito do ser humano? E quem nos tira este direito?

As certezas (que penso ter ) a respeito da FELICIDADE estão relacionadas a minha experiência de vida, porque discorrer sobre este tema  é uma tarefa de alta complexidade.
Sabemos do desejo nato, de todo ser humano:- “o de ser feliz para sempre!”
Entendo que as questões de formação dos sujeitos, no âmbito bio-psico-social, aliados a bagagem de vida dos mesmos, exercerá influência na forma de ser, estar e agir de cada um.
Observo que dependendo de como se vive esta vida, se lida com as próprias frustrações, limitações e ainda se deixa influenciar ou não pelas ideologias impostas pela sociedade capitalista, podemos de alguma forma nos destituir da possibilidade de sermos ou não felizes.
Sendo assim, a sociedade nos induz ao binômio Consumo x Felicidade de uma forma ilusória, desencadeando a sensação de prazer, satisfação e realização pela aquisição de um bem material que fazia parte de um objetivo ou desejo pessoal.
Portanto se esta situação é de felicidade, ela é momentânea porque um novo desejo nos tira desta situação de conforto alegria e satisfação.
A vida é um palco vivo de sinopses e somos seus atores natos e únicos; porém de livre arbítrio. E para mim, este é o ponto crucial, onde entra a Espiritualidade (Crescimento, Aprendizado e Evolução).
O tempo aliado aos eventos da vida é o grande mentor deste processo, porque nos oportuniza a possibilidade da auto-aceitação, do reconhecimento do quanto adquirimos e de que esta aquisição é suficiente para tocarmos a vida.
Ao desenvolvermos esta consciência, automaticamente passamos a valorizar ainda mais a convivência familiar, as pessoas que estão no nosso entorno, agradecer por mais um amanhecer, contemplar as coisas mais simples da natureza, ter liberdade de escolha, curtir o ócio, potencializar as amizades, ouvir mais, conhecer melhor as pessoas antes de julgá-las, ter fé e cuidar da alma, enxergar a própria superação a cada dia: amar, rir, dançar, brincar, plantar, exercitar, passear...
Enfim, cada um tem que descobrir o que lhe faz bem e promove o seu bem-estar.
Para mim, ser feliz é conseguir sintonia e equilíbrio entre o corpo, a mente e o espírito.

Sobre a imagem e a música

Escolhi a imagem e a música, pensando primeiramente no meu reencontro com os alunos através do trabalho docente. Atendo todos os alunos no momento da hora do conto, que é diferente do trabalho das colegas que estão diariamente com a turma, exceto no momento da hora atividade. E ao ver-me do outro lado, em seguida surgiram várias reflexões:
-Qual o rumo ou caminho que a educação está tomando?
-Como gerenciar de forma mais equilibrada o trabalho com recursos tecnológicos sem perder de vista o desenvolvimento das habilidades de expressão (nata) dos sujeitos como a escrita, a oratória e artística?
-Porque alguns alunos demonstram intimidade com os variados recursos tecnológicos e ainda não conseguem sistematizar o seu pensamento?
-Como compassar esta caminhada com mais sintonia potencializando a convivência (valores) e socialização dos conhecimentos através das trocas entre os pares?